Redes Convolucionais Prof. Anderson Rocha Tavares Bloco 2 · Slide 2 / 2

De Pixels a Padrões

Precisamos de representações mais estáveis que pixels individuais

Mova o X e observe a estabilidade 🖱️
← deslocamento horizontal: 0 px →
↑ deslocamento vertical: 0 px ↓
entrada (X deslocado)
9 × 9 pixels
sensível à posição
→
resposta robusta
3 × 3 regiões
estável à posição
cada célula = intensidade máxima detectada em uma região da imagem
X original
—
X deslocado (bruto)
—
resposta robusta (deslocado)
—
Por que isso funciona?
1
Problema: pixels isolados são frágeis

Deslocar o X muda quais posições têm valor 1. Um sistema que compara pixels um a um não reconhece que é o mesmo objeto.

2
Solução: detecção de características

Ao invés de olhar pixels individualmente, vamos buscar características (e.g. diagonais) em regiões da imagem, tornando a detecção mais robusta.

3
Resultado: representação compacta e estável

Mova o X nos sliders. Os pixels mudam de posição, mas a resposta robusta (3×3) permanece semelhante — capturando o que está na imagem, não onde exatamente.

💡

Ideia central: comprimir a imagem numa grade de intensidades regionais torna a representação muito menos sensível à posição exata dos pixels — e muito mais útil para reconhecer objetos. O próximo bloco mostra como redes neurais implementam isso automaticamente.